A Guinness deve estar entre os líquidos escuros mais conhecidos do mundo (ok, tem o café ou o petróleo). Para os cervejeiros, porém, a afirmação não é exagero. Principalmente para os adeptos do Dia de São Patrício (ou St. Patrick’s Day), celebrado no 17 de março, data que congrega católicos, protestantes e ateus em volta de um objetivo comum: beber Guinness, muita Guinness. Sim, há também quem se divirta com o chope verde —não neste guichê.
Sucesso de público e produto mais exportado da Irlanda, ao lado do U2, a dry stout nunca foi um sucesso de crítica. Os especialistas também não costumam apontar a bebida como uma das melhores do estilo.
E por que mesmo assim ela é tão querida? Porque é um clássico. É o único rótulo que não pode faltar em um pub.
Gilberto Tarantino, da Tarantino, conta uma história sobre Mikkel Borg, fundador da Mikkeller e um dos cervejeiros mais criativos das últimas décadas. Quando esteve no Brasil, em um bar com mais de 200 rótulos, ele pediu apenas uma Guinness e um expresso. À medida em que bebia, completava a pint com café. “Fazia uma espuma bonita”, lembra Tarantino. Clássico é clássico.
Mas… se você quiser outra dry stout, a própria Tarantino oferece uma boa versão; assim como o Deep Bar, na Barra Funda, com sua Cirkus Monga, que já arrancou elogios até de irlandeses.
Cervejaria Tarantino – R. Miguel Nelson Bechara, 316, Jardim Pereira Leite, região norte, tel. 3297-7181. 80 lugares. Sex.: 17h às 22h. Sáb.: 14h às 22h. Dom.: 14h às 20h. R$ 10.
Deep Bar – R. Barra Funda, 611, Barra Funda, região central, tel. 4304-0611. 80 lugares. Ter. a sáb.: 18h30 à 1h. Entrada: R$ 25 a R$ 35.
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