FOOD Delivery Services, projeto de fomento à atividade que ajudou a manter grande maioria de bares e restaurantes durante o fechamento por conta da pandemia, prestigia e mostra que o delivery veio para ficar O que já se mostrava uma tendência de comportamento muito antes da pandemia pegar de surpresa o setor de alimentos e […]
A bebida levou cinco anos para ser aperfeiçoada e apenas 20 mil garrafas serão lançadas, a princípio, de acordo com entrevista do ator à revista norte-americana People.
Pitt não gosta de ser comparado com outras celebridades que entraram no mercado de bebidas alcoólicas – como os rappers Post Malone e Snoop Dogg, entre muitos outros. Ele ressalta que começou a fazer vinhos antes de isso virar “modinha”. “Não é uma tendência passageira na qual estou embarcando”, afirmou.
Ele e Angelina Jolie compraram a propriedade na França em 2012. Mesmo divorciados, os dois continuam investindo na produção de tintos, brancos e espumantes. Pitt, porém, é quem mais dedica seu tempo às bebidas.
Ingredientes
– ½ pacote de nhoque pronto
– 4 tiras de bacon cortadas em cubos
– 120 g de queijo gorgonzola
– 3 xícaras (chá) caldo de legumes ou galinha
– 200 g de tomates-cereja, cortados ao meio
– Sal e pimenta-do-reino a gosto
Preparo
1) Aqueça o bacon em uma frigideira grande, mexendo ocasionalmente, por 8 a 10 minutos, até ficar crocante.
2) Retire o bacon da panela e reserve em um prato forrado com papel-toalha.
3) Passa para o fogo médio e adicione o caldo de legumes na panela. Raspe os pedaços de bacon grudados no fundo da panela e deixe o caldo ferver.
4) Adicione o nhoque, os tomates e cozinhe, mexendo sempre, por cerca de 10 minutos.
5) Adicione o queijo gorgonzola em pedaços e mexa delicadamente, sem parar, até derreter no molho.
6) Continue cozinhando até que a pasta esteja al dente.
Para servir
Tempere com sal e pimenta-do-reino a gosto, polvilhe o bacon reservado e sirva imediatamente.
Todo mundo em algum momento ouviu falar que os hambúrgueres de redes de fast-food podem durar décadas sem estragar. Pouca gente, no entanto, podia provar isso. Pois bem, agora existe um vídeo que comprova essa lenda urbana.
A usuária do TikTok @aly.sherb postou um vídeo mostrando um hambúrguer do McDonald’s e uma porção de batatas fritas que, supostamente, estavam guardados em uma caixa desde 1996.
As fritas e o sanduíche não pareciam exatamente saídos do fogo, por outro lado, não aparentavam ter sido guardados por aproximadamente 24 anos.
Uma das explicações para a longevidade dessas comidas é a ausência de umidade – isso impede que bactérias e mofo cresçam, estragando a comida.
Pelo vídeo, porém, não é possível confirmar que os itens foram feitos em 1996. A usuária @aly.sherb encerra a gravação questionando o que aconteceria se alguém comesse o sanduíche. Preferimos não saber a resposta.
O bacon é um dos ingredientes prediletos dos clientes quando o assunto é hambúrguer. As duas fatiazinhas da carne fazem diferença no sabor e enriquecem o sanduíche aos olhos de quem aprecia a iguaria. E nesta semana, os “baconlovers” vão poder degustar vários preparos feitos com o ingrediente na hamburgueria O Concorrente.
O motivo? Nesta segunda-feira (31/8) é celebrado o Dia do Bacon. Para a chamada “Bacon Week”, o estabelecimento lançou três novas opções de hambúrgueres, uma batata turbinada, além de uma sobremesa. Os fãs poderão saborear as deliciosas combinações entre os dias 31 e 7 de setembro.
Todas as indicações são especiais para o tempo seco que Brasília enfrenta neste período
Para começar, um dos lançamentos é o Bacon porn (R$ 36), que leva pão australiano, blend angus, queijo cheddar, cebola caramelizada, muito bacon e maionese da casa. Outra delícia é o Crispy pork (R$ 32), feito com pão brioche, blend angus, queijo cheddar, fatias de bacon empanado, rúcula, cebola roxa e maionese caseira. Já o Fancy pig é composto por pão brioche coberto por uma fatia de bacon, blend angus, queijo cheddar e maionese artesanal de bacon e custa R$ 32.
Dia do Bacon, O concorrente, bacon week
Bacon Fries Divulgação
Dia do Bacon, O concorrente, bacon week
Crispy Pork Divulgação
Dia do Bacon, O concorrente, bacon week
Bacon Shake Divulgação
Dia do Bacon, O concorrente, bacon week
Bacon Porn Divulgação
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A casa também traz a Bacon fries (R$ 16), que são batatas rústicas temperadas com sal, páprica e alecrim, servidas com fatias de bacon crispy para acompanhar. Fechando o novo menu exclusivo, o Bacon shake (R$ 22), com sorvete Vai Bem Gelados com farofa de bacon.
O Concorrente
409 Norte, bloco B, loja 1. De segunda a domingo, das 17h às 23h.
Uma mulher de 32 anos foi presa na sexta-feira passada (28), no Aeroporto Internacional de Confins, região metropolitana de Belo Horizonte, por ter chamado uma funcionária de um restaurante no local de “macaca bunduda”.
A mulher também agrediu os policiais militares com mordidas e cabeçadas, de acordo com reportagem do site “Metrópoles”.
Segundo o boletim de ocorrência, a princípio a mulher se desentendeu com a trabalhadora e a chamou de “piranha”. A funcionária do restaurante pediu para que ela parasse e foi então que a suspeita a chamou de “macaca bunduda”.
A vítima, de 28 anos, foi até um posto policial e relatou o episódio. Ela foi seguida pela mulher que a ofendeu e, segundo o registro da PM, passou a ficar mais alterada e começou a ofender os militares.
A suspeita afirmou ser filha de policial e ainda ameaçou os agentes, dizendo que tiraria “sangue” deles. Os policiais deram voz de prisão por desacato. Nessa hora a mulher tentou correr, mas foi imobilizada e algemada. Foi então que ela mordeu e agrediu os policiais.
A agressora estava com os três filhos pequenos e o Conselho Tutelar foi chamado ao local. As crianças foram encaminhadas a um responsável. A suspeita foi levada para à Delegacia de Polícia Civil de Vespasiano.
O shawarma (ou kebab) é uma espécie de sanduíche geralmente associado à culinária árabe. Contudo, a iguaria foi criada por imigrantes turcos na Alemanha e consiste na carne enrolada em pão folha (ou sírio), mais alface, tomate e alguma proteína. Essa delícia é a especialidade da mais nova marca brasiliense: a Shaw Food. A empreitada, batizada em homenagem ao prato, é uma empresa familiar, comandada por João Komka e os filhos Carlos e Luiz Komka.
Segundo João, conhecido DJ da cena noturna da capital, a ideia de investir em uma lanchonete especializada em shawarma veio durante uma viagem para a Europa em 2011. “Lá o shawarma é bastante popular. Um sanduíche completo e delicioso. Maturei essa ideia durante anos, pois até então eu trabalhava exclusivamente com eventos. Em 2018 criei e registrei a marca, mas dei início somente neste ano, durante a pandemia, quando minha área de atuação parou”, conta.
O evento acontece de 18 a 20 de novembro em uma plataforma exclusiva para a SIC
No menu, os holofotes ficam para o sanduíche, mas por enquanto eles estão focando em outras delícias árabes. “No momento estamos nos dedicando somente à produção de esfirras congeladas, enquanto me dedico a finalizar o cardápio e acertar detalhes de logística, produção, entrega e embalagem. Não quero dar início sem que o produto chegue para o cliente em até 30 minutos”, destaca.
Para o delivery, a ideia é ter diversas opções de shawarma, inspirados em regiões onde o sanduíche é popular. “Por exemplo, o shawarma tradicional árabe, o döner kebab alemão, o gyros grego e o churrasco grego brasileiro. Serviremos, além das esfirras, kibe, falafel, porção de pães sírios e pastas”. Enxuto, o cardápio é inspirado na culinária árabe, com um toque ocidental. “Quanto aos preços, a ideia é cobrar um valor justo e atrativo. O shawarma ficará na faixa de R$ 15, já as esfirras por volta de R$ 2 a unidade.
De produção artesanal, as opções estão disponíveis apenas por encomenda no delivery neste primeiro momento. “No cenário atual, pensar em investir em atendimento presencial é arriscado. Passada a pandemia, queremos abrir em todo o DF. Futuramente, quero montar um plano de franquia e expandir a marca a nível nacional”, adianta João.
Rixas futebolísticas à parte, temos que agradecer aos argentinos pelas deliciosas empanadas. Famoso em terras brasileiras pelas mãos da MasterChef Paola Carosella, o salgado popular em países como Argentina e Chile ganhou força e conquistou os corações e paladares brasilienses.
Na capital, as opções vão desde as mais tradicionais até as “abrasileiradas”. Por via das dúvidas, o Metrópoles reuniu as melhores opções da delícia.
De acordo com a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (ABRASEL), o mercado de delivery nacional faturou R$ 15 bilhões em 2019. Os pedidos por delivery já atraíam o consumidor, principalmente pela comodidade de não precisar cozinhar ou sair de casa, poupando o tempo de muitos trabalhadores. Já no atual cenário de pandemia, eles colaboram também com o isolamento social, diminuindo a frequência de saídas para compras de alimentos.
As opções vão desde as já conhecidas "marmitinhas fitness" até cortes nobres para finalizar em casa
Para começar, as novíssimas e já queridinhas do e-commercePop-Up Argentino, chefiado pelos chefs Lucas Arteaga e Mariel Marti, conhecidos pelo badalado bufê Umami. No menu, as empanadas feitas a mão são carros-chefe. Elas são entregues em porções de três unidades assadas e congeladas a vácuo por R$ 26. Entre os sabores, carne picante, cebola caramelizada, caprese, frango caipira, humita (milho cremoso) e champignon com espinafre.
O Rubaiyat também conta com uma opção do salgado: a empanada salteña (duas unidades por R$ 35). A opção é recheada de filé mignon, pimentões, cebola, ovos e azeitonas e é vendida apenas no delivery.
A La Cabaña é uma empresa especializada nas empanadas. Por lá, o sucesso entre os clientes são os sabores La cabaña, de carne moída, cebola caramelizada, bacon e queijo; Clarita, de carne moída, ovo e azeitona; Hermosa, de calabresa e queijo; e Bananita caramelo, com banana caramelada e canela. Todas custam R$ 9. Quem preferir, pode pedir o combo, com seis (R$ 45), nove (R$ 67,50) ou 12 (R$ 84) empanadas.
Outro local focado nas delícias é o La Porteña. No menu, Carne suave, feito com carne bovina, cebola, azeitonas verdes, uvas passas, ovos, colorau e orégano; Carne picante, com carne bovina, cebola, azeitonas verdes, uvas passas, ovos, colorau, orégano e pimenta calabresa; Ricota e espinafre, que leva ricota, muçarela, molho branco, espinafre e noz-moscada; Torta de maçã, com maçã, canela e açúcar; e queijo e cebola, que leva cebola, ricota, muçarela e orégano. As opções custam R$ 7,90 e, se o cliente levar mais de seis opções, cada unidade sai a R$ 6,90.
Novidades da gastronomia em Brasília, Pop Up Argentino, Empanadas argentinas
Empanadas do Pop Up Argentino Divulgação
Empanadas argentinas, Rubaiyat
Opções do Rubaiyat Divulgação
Empanadas argentinas, La Cabaña
Opções da La Cabaña Divulgação
Empanadas argentinas, La Porteña
Empanadas da La Porteña Divulgação
Empanadas argentinas, Pobre Juan
Opção do Pobre Juan Divulgação
Empanadas argentinas, Vila Granato
Empanadas da Vila Granato Divulgação
Empanadas argentinas, Nosotros Empanadas
Opções da Nosotros Empanadas Divulgação
Empanadas argentinas, Nuetro Empório
Empanadas do Nuestro Empório Divulgação
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O Pobre Juan oferece a empanada de carne na brasa (R$ 11,90). O tradicional salgado é feito de carne, com tempero portenho e finalizado na brasa. A Vila Granato vende os salgados por R$ 8,50. Os sabores são carne levemente picante, cebola caramelizada e queijo, alho poró e caprese. Quem preferir comprar congelada conta com a opção com três unidades por R$ 21.
Na Nosotros Empanadas, as opções são de duas (R$ 14,90) a dez (R$ 69,90) empanadas. Dentre os sabores mais pedidos: carne, calabresa, cebola, alho poró, carne apimentada e caprese. Já no Nuestro Empório, as empanadas são chilenas. O comensal pode escolher entre alicia, napolitana toscana e bacon. Além disso, a marca conta com sabores veganos, como alicia, chutney de manga e popeye (preços sob consulta).
Segurança em primeiro lugar
O Metrópoles reconhece que o momento é delicado e merece cuidados especiais para prevenir o contágio da Covid-19 em famílias de clientes e funcionários de todos os estabelecimentos listados nesta matéria.
Reiteramos que é necessário esforço redobrado para que a saúde coletiva seja preservada. Todos os locais escolhidos pela reportagem para a composição deste roteiro estão seguindo as normas de segurança estabelecidas pelo Governo do Distrito Federal (GDF).
Iguatemi Brasília. Pedidos pelo Whatsapp (61) 98316-1168 ou via telefone (61) 3577-5800.
Vila Granato
Polo de Artesanato do Lago Sul, loja 26, Jardim Botânico. Pedidos pelo iFood ou via WhatsApp. De segunda a quarta, das 15h30 às 21h, quinta e sexta, das 15h30 às 22h e sábado, das 8h30 às 22h.
O Burger King misturou bacon e horóscopo e deu match! Para celebrar o Dia do Bacon, a rede de fast-food lançou uma versão adaptada do horóscopo, com as combinações de sanduíches perfeitos para cada signo. A ação, chamada Baconróscopo, tem como objetivo revelar o que os bacons astrais reservam para cada consumidor de acordo com o zodíaco.
O fator surpresa fica por conta da novidade ainda não revelada pelos astros: até o domingo (30/8), serão lançadas, diariamente, ofertas exclusivas de acordo com os perfis astrais.
Os itens promocionais contam com bacon como ingrediente e são baseados nos planetas regentes, entre eles está o Whopper Furioso (que, inclusive, é ideal para o signo de Áries), o Mega Stacker Catupiry (perfeito para os cancerianos), o Chicken Crispy Barbecue (feito na medida para os nativos de Libra), além de outras versões.
Um dos utensílios de cozinha mais famosos da atualidade certamente é a airfryer. Esse equipamento que nasceu há pouco menos de uma década está presente em diversas cozinhas e criou inclusive comunidades online de trocas de receitas exclusivas. O Metrópoles também já reuniu as opções com melhor custo benefício.
Mas como de fato funciona essa máquina que promete fritar sem óleo, além de oferecer preparos mais saudáveis e praticidade?
Modo de funcionamento
A propaganda da TV não é tão fantasiosa assim. A parte superior do tambor da airfyer comporta basicamente dois potentes equipamentos: uma resistência que atinge altas temperaturas e um ventilador que garante a circulação do ar. Na base, está a área onde o alimento será cozinhado, com uma cesta de grade. Essa cesta garante a circulação de ar eficiente por todo o compartimento, possibilitando uma cocção uniforme.
Aí que mora a a vantagem do equipamento, essa circulação constante e intensa de ar quente garante uma cocção uniforme por todo o preparo, o que costuma garantir mais qualidade ao preparo.
cookie
Aproveite para assar cookies e pequenos bolos, os resultados são surpreendentes Unsplash
frango a passarinho
Frango a passarinho e outras "frituras"apresentam um excelente resultado sem muita sujeira Unsplash
frango assado
Assados ficam excelentes, melhores que em fornos domésticos Unsplash
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Infelizmente esqueça as massas ou molhos não é o lugar certo para eles Unsplash
pao de queijo pixabay
Pães de queijo têm um resultado excelente Unsplash
tempura
Tempurá e outros empanados mais líquidos não dão certo Unsplash
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É mais saudável?
Aí mora a notícia decepcionante: não tanto. Os óleos vegetais que usamos para fritar os alimentos são saudáveis, desde que sejam novos (o reaquecimento destes causa instaurações e não é recomendada). Outro fator é que pouco do óleo fica de fato aderido aos alimentos se a fritura é preparada adequadamente.
Se formos contar as calorias então, a notícia é ainda mais decepcionante, visto que por porção de 100 gramas de batata frita, a versão saudável fica menos de 40 kcal abaixo da fritura usual, isso é cerca de meia banana prata. E caso você coloque a famosa uma colher e meia de óleo para garantir maior crocância, já são mais de 100 kcal para o seu preparo.
Mas fato é que você consegue preparos douradinhos sem precisar fritar e escorrer.
O preparo é extremamente aromático e vai surpreender pela explosão de sabores
E a praticidade?
É aí que mora a maior vantagem do equipamento. Ele não necessita de um conhecimento de cozinha para que seus preparos tenham uma qualidade superior. A ampla disponibilidade de receitas online bem como comunidades que trocam figurinhas, têm garantido instruções praticamente a prova de erros, visto que é basicamente regular tempo, temperatura e aguardar. A qualidade de assados que você consegue no aparelho é muito difícil de reproduzir em fornos domésticos.
Mas a praticidade também tem seus limites. Nenhum empanado mais líquido (tempurá, por exemplo) é adequado a esse mini forno potente: faz uma bagunça, escorre por entre as grades. Não é necessário dizer que preparos com molho também não possuem o melhor dos resultados. Pães também não costumam ter um bom resultado comparado ao forno, mas petit gateaus, pães de queijo e cookies saem sensacionais.
E ela também se destaca quando comparada a fritadeiras. Outro ponto que vale destacar: é inegável que sua limpeza é bem mais fácil do que ter que descartar de forma segura o óleo utilizado, além de não precisar escorrer os alimentos depois de prontos.
Agora sua maior desvantagem (ou vantagem, dependendo do ponto de vista) é o tamanho da airfryer: ela é relativamente pequena e permite preparos para duas, três pessoas por fornada, então acaba não sendo o melhor equipamento se você tem uma família grande na qual todos comem no mesmo horário.
Então vale ou não vale?
Na minha opinião: sim. É um equipamento de qualidade, permite que pessoas sem muitas habilidades na cozinha consigam bons resultados com as receitas e é prático para utilizar e lavar. Se as limitações que listei não são incômodas à sua rotina, aproveite!
Em dia de chuva, no café da tarde, em reuniões de família ou no encontro com os amigos, sempre tem virado de banana. O doce é feito pela maioria da população de Cambuí, no Sul de Minas Gerais, há mais de cem anos. A receita na ponta da língua é feita desde crianças até os mais velhos.
Mas se engana quem pensa que a iguaria é divulgada e vendida aos quatro ventos. Os mineiros preferem guardar esse segredo gastronômico e fazê-lo somente em casa. Portanto, se você receber um convite para comer o tal virado, sinta-se lisonjeado. Significa que o hospedeiro foi com a sua cara, e quer dividir o “ouro guardado” com você.
O virado rende longos dedos de prosa com os moradores entusiasmados. Ele pode ser acompanhado de um cafezinho, servido puro, com mais ou menos farinha de milho, uma pitada de canela e queijo. Há quem prefira o doce feito pela mãe, pela avó, não importa. Toda hora é hora de virado.
Simples e rápido de preparar (5 minutos, depois que todos os ingredientes forem separados), não há registros que comprovem sua origem. De acordo com as pesquisas feitas pela bibliotecária aposentada Bea Fanucci, o prato foi trazido pelos tropeiros, que comiam a mistura de banana (abundante na região) com queijo e farinha. Além de sustentar, demorava para estragar, uma vantagem para as longas viagens dos exploradores.
Em 2006, Bea sugeriu o reconhecimento oficial da receita. “Há 50 km daqui, até se vê falar do virado de banana, mas tem lugar que o povo nem conhece. Tenho certeza que Cambuí é a terra do virado (de banana)”, gaba-se. O esforço fez com que a guloseima entrasse para o livro de patentes do Instituto Estadual de Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha) e .
Igual mas diferente
Cada cambuiense tem seus segredos para fazer a receita, o que cria uma rivalidade entre os moradores e viradeiras, quando o assunto é o melhor virado. A disputa é acirrada e tem até concurso. Tem virado com leite (para não dar queimação) ou com uma pitada de gordura de porco.
Maria Conceição Nunes de Paiva, a Dona Conceição, por exemplo, conta que herdou a receita da bisavó, e faz o doce com açúcar mascavo. Segundo ela não pode ficar muito tempo no fogo, tem que ficar no ponto, nem muito seco nem muito mole. “A banana boa pra fazer é a nanica,” ensina.
Já a viradeira Leontina Marques dá outra dica para o doce não queimar. “Tem que colocar a farinha e o queijo pouco a pouco”, explica. Outro truque da especialista está na ponta dos dedos: uma pitadinha de sal e um pouquinho de leite. O queijo também faz toda a diferença no sabor e no visual do doce. “Tem que puxar e virar uma fita”, destaca.
Dona Leontina, como é conhecida, garante que não tem virado igual ao seu na cidade. Netos, bisnetos, filhos e parentes próximos ligam para ela com frequência fazendo a mesma pergunta: “Tem banana pra fazer virado?” Motivo de orgulho para a especialista no virado de banana. A seguir, confira como fazer a receita oficial da iguaria.
Virado de Banana
por Instituto Estadual de Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais
Ingredientes
– 4 colheres (sopa) de manteiga
– 6 bananas nanicas bem maduras, picadas em rodelas
– 5 colheres (sopa) de açúcar
– 150 gramas de queijo mineiro meia cura, picado em cubos
Para servir
– 3 colheres cheias (sopa) de farinha de milho
Preparo
1) Coloque a manteiga na panela e deixe esquentar um pouco.
2) Acrescente as bananas e frite por 5 minutos, sem deixar que as bananas se desmanchem totalmente.
3) Adicione o açúcar e o queijo e mexa devagar até o queijo derreter
Para servir
Acrescente a farinha, misture bem e sirva bem quente. Se quiser, coloque 1 colher (chá) de canela em pó.
Um casal foi banido nesta semana da rede de restaurantes Gator’s Dockside, com 25 unidades no Estado da Flórida (EUA), por roubar uma porção com 25 asinhas de frango e um hambúrguer.
Os dois entraram na unidade do restaurante na cidade de Lady Lakes e pediram uma porção grande de chicken wings e um burger com molho de pimenta jalapeño. Quando o pedido ficou pronto e foi colocado no balcão da loja, o casal pegou as sacolas, saiu correndo e fugiu em um carro.
Para o azar da dupla, uma funcionária do restaurante anotou a placa dos carro e acionou a polícia. Os dois foram encontrados algumas horas depois foram obrigados a voltar ao restaurante e pagara conta, no valor de US$ 42 (cerca de R$ 230).
Após quitarem a dívida, o casal – um homem de 23 anos e uma mulher de 20 anos, que não tiveram suas identidades reveladas – foi banido da unidade, proibição que será estendida aos outros restaurantes da rede.
Motoboys, médicos, bombeiros, policiais e vários outros profissionais ao redor do mundo não puderam parar de trabalhar durante a pandemia de coronavírus.
E muita gente também tentou agradecer a esses trabalhadores de alguma maneira, como a garotinha Mia Villa, de 3 anos, e sua mãe, Devin Villa, de Stillwater, no Estado de Nova York (EUA).
“Mia me ajuda na cozinha desde que ela aprendeu a ficar em cima de uma cadeira e alcançar o balcão da cozinha, com só 18 meses. Ela ama fazer cookies”, disse Devin ao site da rede de notícias norte-americana CBS.
Juntas, elas já prepararam e entregaram mais de mil cookies, que foram distribuídos para aqueles que estão lutando contra o coronavírus. Segundo Devin, o sabor preferido de Mia é o de chips de chocolate.
A iniciativa partiu de Devin, que aproveitou o interesse da filha na cozinha para ensiná-la sobre a importância da gratidão e generosidade.
As duas fazem de duas a três fornadas de biscoitos por semana e depois os levam a delegacias de polícia, postos de bombeiros, veterinários, hospitais e supermercados.
Devin também criou uma página no Facebook chamada Mia’s Cookie Jar, onde ela posta as novidades e avisa onde serão as próximas entregas. “Presentear as pessoas com cookies faz a diferença no dia delas”, afirmou a Devin.
Fiel escudeiro do chef Claude Troisgros há quase quatro décadas, o carismático paraibano João Batista resolveu trazer para São Paulo uma filial do seu restaurante por delivery, chamado Do Batista. A marca, que estreou no Rio em maio com grande sucesso, chegou por aqui em julho.
Os pedidos saem de uma cozinha no Itaim, anexa ao imóvel onde Claude irá inaugurar uma filial do excelente Chez Claude, que tem matriz no Leblon.
Natural de Gurinhem (município de 15 mil habitantes entre João Pessoa e Campina Grande), Batista aposta nesta empreitada em receitas afetivas, como a galinhada com linguiça e quiabo.
A receita destaca-se pelo ótimo molho, cheio de sabor e com um discreto toque picante. Angu, arroz e farofa panko são os acompanhamentos.
Outro atrativo do Do Batista são os preços. Bem servidos, os pratos individuais custam 38 reais.
Há a opção também de pedir um combo que inclui a única sobremesa disponível — a porção de dadinhos de tapioca ao açúcar e canela guarnecida de doce de leite. Neste caso, investe-se mais 10 reais.
Também vale a pena provar a feijoada, que — subvertendo a tradição paulistana — é preparada todo dia (e não apenas dois dias por semana, às quartas-feiras e aos sábados).
Saborosa e de caldo encorpado, leva carne-seca, lombo, costela e paio. Vem acompanhada de couve refogada, banana caramelizada, arroz, laranja, torresmo e farofa panko (sempre ela!).
Pode-se pedir também o célebre picadinho com purê de mandioquinha; o estrogonofe de filé-mignon com batata frita; e o chamado penne do claude, que vem com carne, bacon, ervilha, farofa panko e parmesão ralado.
Fique ligado: funciona somente no almoço.
Do Batista Rua Professor Tamandaré Toledo, 25, Itaim Bibi.
Retiradas de pedido pelo tel: (11) 3071-4228. Segunda a sexta, 11h/15h30; Sábado e domingo, 11h30/16h30. Delivery pelo iFood.